domingo, 15 de abril de 2012

Iracema - José de Alencar

O meu primeiro livro lido por obrigação, foi Iracema, a virgem dos lábios de mel.







 Nem preciso dizer que não rolou, né? kkk Eu era uma menina no meu sétimo ano. Nossa professora nos obrigou a ler, ler mesmo... ler com hora e data marcada, com acompanhamento e supervisão. A leitura era feita durante a aula, naquele silêncio que mais grita do que cala... nem preciso dizer que enquanto todo mundo lia eu arranjava um jeito de me safar de tudo aquilo. Imagine: sem Google, o que era de fato algo muito mais trabalhoso, kkkk Mas deu certo, consegui a nota necessária pra cumprir meu dever, tive como lição eu diria uma grande lição que nada mais é que...  aprenda a fazer uma leitura dinâmica, leia aquilo que de fato é preciso e tire suas próprias conclusões, pergunte aos outros o que pensam e some a tudo aquilo que você deduz que é. Perfeito! 

Mas a verdade é que Iracema marcou, e a história nem é de toda feia, pelo contrário é bem bacana 

Resumidamente este livro fala de duas tribos rivais. Em uma das tribos (Tabajara) mora Iracema que é filha do pajé. Na outra tribo mora Poti um guerreiro Pitiguara, ele é amigo de Martim, homem branco que numa de suas andanças pelas florestas se perde de Poti e acaba tornando-se hóspede na casa de Iracema e ambos se apaixonam, mas Iracema guarda um segredo e não pode entregar sua virgindade à esse moço.

No entanto houve um momento em que Iracema foge com o seu amor, e torna-se esposa. Grávida, ela sente-se desprezada por Martim  cujo o amor que sentia por sua Iracema, já não é o mesmo. 

Martim passa tempos longe de casa e Iracema é consumida pela tristeza. Ainda assim, dá a luz ao filho Moacir e sem forças para amamentá-lo e definhando em sua tristeza e solidão aguarda a volta de Martim, que ao retornar e encontra Iracema a beira da morte. Ela lhe entrega o filho e morre. Martim e seu amigo Poti a enterram-na ao pé de um coqueiro à margem do rio que um dia veio a se chamar Ceará. Segundo Poti: “quando o vento do mar sopra nas folhas, Iracema pensa que é Martim que lhe fala entre seus cabelos. 

Mas Martim, parte com seu filho deixando para trás as praias do Ceará
...



3 comentários:

edumanes disse...

Não preciso de perguntar
Porque estou a ver uma beleza
Sua figura me encantar
No meio na natureza!

De uma menina se tratar
Que a professora obrigou a ler
Tão bela junto ao mar
O que andará ela lá a fazer?

Desejo uma boa tarde para você,
um abraço
Eduardo.

KINHA disse...

Olá Ju

Iracema não foi o meu 1º livro, mas o mais sacal que já li, por conta das longas descrições do autor.
Vim conhecer seu espaço, gostei e já estou seguindo e ficarei feliz se me seguir também.

BJ00000000..................
www.amigadamoda1.com

KINHA disse...

Ju, fiquei sem saber se meu comentário entrou.