segunda-feira, 9 de abril de 2012

Meu cantinho de Outono

Pensando nas tantas ideias que encontramos na net,
 e, claro, não posso deixar de mencionar que acho uma mais linda que a outra
 e fico super grata pelas pessoas maravilhosas
 e dispostas a compartilhar conosco tanto carinho e tanta beleza


...

Resolvi por em prática e criar o meu cantinho
E sabe, que hoje ao chegar no pré, me deparei com muitas folhinhas coloridas pelo chão, 
com cuidado fui garimpando algumas, como um colecionador que busca peças raras.
Pedi para as cças me ajudarem, e claro, eles amaram!!!

As meninas Rô e Judhy (merendeiras) me deram total apoio, 
e cortaram alguns frascos transparentes que estavam na lixeira 
prontos para o reciclável, mas que caiu como uma luva.

Então passamos a depositar folhinhas multi coloridas 
e o frasco foi ganhando cores e foi ficando bacana

As cças foram para a casa com essa tarefa:
procurarem folhinhas coloridas para o nosso cantinho especial

Tô super ansiosa para encontrá-las amanhã

Minha mãe tbem entrou no clima e hoje já me presenteou
 com cascas de laranjas e duas folhas lindas 
que apanhou enquanto passeávamos com os denguchos

Valeu mãinha! 

Preciso arranjar tecidos, 
confesso que a mesinha foi forrada com uma cortina verdinha ,
 tá quebrando o maior galho, mas não é adequada, né gente?

quero algo mais leve...

Um pouquinho do nosso cantinho

Ahhh mantive alguns ovinhos coloridos 
deu um charminho pra mesa que ainda está sendo construída

Beijos, 
Julia Campanucci














sexta-feira, 6 de abril de 2012

Como elogiar nossas crianças?

 


ELOGIE DO JEITO CERTO
Marcos Meier
Mestre em Educação, psicólogo, professor de matemática e
especialista na teoria da Mediação da Aprendizagem em Jerusalém, Israel. 
Seus livros são encontrados na loja virtual www.kapok.com.br –
contatos pelo site www.marcosmeier.com.br 
Recentemente, um grupo de crianças pequenas passou por um teste muito interessante. Psicólogos propuseram uma tarefa de média dificuldade, que elas executariam, contudo, sem grandes problemas. Todas conseguiram terminar a tarefa depois de certo tempo.    Em seguida, foram divididas em dois grupos.
O grupo A foi elogiado quanto à inteligência. ”Uau, como você é inteligente!”, “Que esperta você é!”, “Menino, que orgulho de ver o quanto você é genial !”... E outros elogios relacionados à capacidade de cada criança.
O grupo B foi elogiado quanto ao esforço. “Menina, gostei de ver o quanto você se dedicou nesta tarefa!”, “Menino, que legal ter visto seu esforço!”, “Uau, que persistência você mostrou.  Tentou, tentou, até conseguir, muito bem!”... E outros elogios relacionados ao trabalho realizado e não à criança em si.
Depois dessa fase, uma nova tarefa de dificuldade equivalente à primeira foi proposta aos dois grupos de crianças.  Aqui, elas não seriam obrigadas a cumprir a tarefa, mas podiam escolher se queriam ou não, sem qualquer tipo de consequência.
As respostas das crianças surpreenderam.  A grande maioria das crianças do grupo A simplesmente recusou a segunda tarefa.  As crianças não queriam nem tentar.  Por outro lado, quase todas as crianças do grupo B aceitaram tentar.  Não recusaram a nova tarefa.
A explicação é simples e nos ajuda a compreender como elogiar nossos filhos e nossos aluno.  O ser humano foge de experiencias que possam ser desagradáveis.  As crianças “inteligentes” não querem o sentimento de frustração de não conseguir realizar uma tarefa, pois isso poderia modificar a imagem que os adultos tem delas. “Se eu não conseguir, eles não vão mais dizer que sou inteligente.”  As “esforçadas” não ficam com medo de tentar, pois mesmo que não consigam é o esforço que será elogiado.  Sabemos de muitos casos de jovens considerados inteligentes não passarem no vestibular, enquanto aqueles jovens “médios” obtêm a vitória.  Os inteligentes confiaram demais em sua capacidade e deixaram de se preparar adequadamente.  Os outros sabiam que se não tivessem um excelente preparo não seriam aprovados e, justamente por isso, estudaram mais, resolveram mais exercícios, leram e se aprofundaram melhor em cada uma das disciplinas. 
No entanto, isso não é tudo.  Além dos conteúdos escolares, nossos filhos precisam aprender valores, princípios e ética.  Precisam respeitar as diferenças, lutar contra o preconceito, adquirir hábitos saudáveis e construir amizades sólidas.  Não se consegue nada disso por meio de elogios frágeis, com enfoque apenas no ego de cada um.  É preciso que sejam incentivados constantemente a agir assim.  Isso se faz com elogios, feedbacks e incentivos ao comportamento esperado.
Nossos filhos precisam ouvir frase como: “Que bom que você o ajudou, você tem um bom coração”, “Parabéns, meu filho, por ter dito a verdade apesar de estar com medo... Você é  
ético”, “Filha, fiquei orgulhoso de você ter dado atenção àquela menina nova ao invés de tê-la excluído, como algumas de suas colegas o fizeram... Você é solidária', “Isso mesmo, filho; deixar seu primo brincar com seu videogame foi muito legal, você é um bom amigo”.  Elogios desse tipo estão fundamentados em ações reais e reforçam o comportamento da criança, que tenderá a repeti-los.  Isso não é “tática” paterna, é incentivo real.
Por outro lado, elogiar superficialidades é uma tendência atual.  “Que linda você é, amor”,  “Acho você muito esperto, meu filho”, “Como você é charmoso”, “Que cabelo lindo”, “Seus olhos são tão bonitos”.  Elogios como esses não estão baseados em fatos, nem em comportamentos ou atitudes.  São apenas impressões e interpretações dos adultos.  Em breves, crianças como essas estarão fazendo chantagens emocionais, birras; manhas e “charminhos”.  Quando adultos, não terão desenvolvido a resistência à frustração, e a fragilidade emocional estará presente.    
Homens e mulheres de personalidade forte e saudável são como carvalhos que crescem na encostas de montanhas.  Os ventos não os derrubam, pois cresceram na presença deles.   São frondosos, têm copas grandes e o verde de suas folhas mostra vigor, pois se alimentaram da terra fértil.
Que nossos filhos recebam o vento e a terra adubada por nossa postura firme e carinhosa.
Matéria veiculada na revista Galileu, na edição de jan/2011


Artigo maravilhoso, recebido do meu amigo Beto Furlan, via e-mail
Obrigada! Gostei demais!
Julia Campanucci


Páscoa 2012




































domingo, 1 de abril de 2012